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Atualizado em 01/08/2013 às 10:58
 


Prefeito e esposa reclamam de abuso e tortura praticada por fiscais da 12ª RS

Alto Piquiri – O prefeito de Alto Piquiri, Elias Pereira da Silva, e a esposa dele, a primeira dama do município, a enfermeira Maria Célia de Araújo Silva, 60 anos, comentaram ontem que ainda não se recuperaram do abalo psicológico sofrido no dia 16 passado, quando fiscais da 12ª Regional de Saúde, com sede em Umuarama, teriam determinado a prisão dela numa ação que levantou suspeitas de perseguição política e abuso de poder. “O problema maior foi a tortura psicológica contra quem agia fazendo o bem para a comunidade”, comentam. 


O problema diagnosticado pela Regional de Saúde foi com relação ao armazenamento do medicamento com tarja preta Ritalina, adquirido com as devidas receitas médicas em uma farmácia de Umuarama e guardado num armário da Secretaria Municipal de Ação Social. O remédio, segundo a enfermeira, seria entregue no dia seguinte para as famílias de onze pacientes ou para as pedagogas que administram o medicamento em alguns casos específicos e com autorização. O prefeito, que também é médico, explica que o medicamento não causa dependência e é receitado para casos de estudantes que perdem muito a concentração na aula. “Com o remédio, o aluno passa a ficar mais atencioso e aprende mais em sala de aula melhorando a educação do município”, disse.


Como na farmácia de Alto Piquiri não havia o remédio para a venda, a administração municipal optou pela compra em Umuarama, obedecendo todos os requisitos legais. 


Quando os fiscais chegaram na Secretaria de Ação Social, acompanhados da Promotoria de Justiça e Polícia Militar, determinaram a apreensão do medicamento e o indiciamento da primeira dama. Na avaliação do prefeito, os fiscais agiram mal intencionados ao falar em tom agressivo com o casal e ainda afirmando que ela deveria ser acusada na justiça de tráfico de drogas.


“Não haveria necessidade nem de notificação, já que o remédio estava em armário de aço, foi comprado legalmente, e seria entregue às famílias e pacientes por meio do Conselho Tutelar e pedagogas da escola”, comentou o prefeito. “Mas os fiscais não aceitaram as alegações da farmacêutica que possuía toda a documentação do remédio e, além disso, tem um amplo currículo profissional e de bons serviços prestados às comunidades por onde passou”. 


O que também deixou o casal irritado é que os fiscais teriam insistido para manter a esposa do prefeito presa, o que não foi acatado pela Promotoria de Justiça que concordou em permitir a ela responder ao processo em liberdade. “Foi uma tortura psicológica muito grande e desnecessária, e estamos sofrendo as conseqüências até hoje, mas nada vai atrapalhar o nosso projeto de melhorar as condições de vida da população de Alto Piquiri doa a quem doer. Eu e minha esposa sempre pautamos nossas ações dentro da legalidade e honestidade e não nos intimidaremos com ameaças nem perseguições”.


Em nota, o prefeito encerra afirmando que a “denúncia foi feita de maneira infundada e com conotação política, esqueceram que somos uma família e estamos muito constrangidos por este acontecimento triste. Vamos continuar assistindo estas crianças e o povo carente do município.


A chefia da Regional de Saúde alegou, na época dos fatos, que os fiscais foram convocados pela Promotoria de Justiça para fazer a autuação e desconhece os abusos supostamente praticados pelos fiscais. 



Fonte: Ilustrado
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